S&P 500 · IUL · Term Life
Uma explicação com os números reais dos últimos 26 anos — e a conta que precisa ser feita com calma.
Parte 1 · O índice
É um termômetro das 500 maiores empresas listadas nos Estados Unidos: Apple, Microsoft, Amazon, Walmart, Coca-Cola. Quando se diz "a bolsa subiu" ou "a bolsa caiu", quase sempre é dele que se fala.
As maiores do país, escolhidas por tamanho e liquidez. A lista muda ao longo do tempo.
Quase setenta anos de histórico — é por isso que dá para olhar crise por crise.
Aproximadamente. O que acontece com essas 500 é o que acontece com o mercado como um todo.
Parte 1 · O índice · 2016 – 2025
Valor do índice no último dia de cada ano. Dez anos, sete de alta, três de queda — e uma multiplicação por 3,35 no fim.
Parte 2 · O seguro
Indexed Universal Life. É um seguro de vida para a vida inteira, em que parte do que você paga vira valor acumulado — e esse valor recebe um crédito anual que acompanha a variação do S&P 500, com um teto e um piso.
A família recebe o valor do seguro quando você faltar. Essa é a função principal — o resto é consequência.
O crédito anual acompanha o S&P 500, limitado por um teto (10%) e protegido por um piso (0%). Só a cotação entra na conta. Os custos do seguro continuam todo ano.
Normalmente se paga até os 65. Depois, dá para resgatar o acumulado (com imposto sobre o ganho), ou receber valores anuais — e nesse caso a cobertura diminui a cada saque, mesmo com a proteção em vigor. Cada caminho tem o seu efeito.
Parte 2 · O seguro
O seguro de vida que trabalhamos permite adiantar parte do valor do seguro se você passar por uma destas situações — sem prêmio adicional por isso.
Não conseguir fazer 2 das 6 atividades do dia a dia por 90 dias ou mais — tomar banho, vestir-se, comer, ir ao banheiro, continência, levantar-se — ou precisar de supervisão por perda cognitiva grave.
Diagnóstico com expectativa de vida de 24 meses ou menos.
Diagnóstico de Alzheimer ou demência por corpos de Lewy feito por especialista.
Parte 2 · O seguro
Os dois protegem a família. A diferença é o que sobra no fim.
Cobre por 10, 20 ou 30 anos. Se você faltar dentro do prazo, a família recebe. Se o prazo acaba, você "entrega as chaves": não fica valor acumulado.
Faz sentido para uma dívida com data para acabar — a casa, os filhos até a faculdade.
Custa mais por mês, porque parte do que você paga vira valor acumulado — e esse valor segue a regra do teto e do piso que vem a seguir.
Faz sentido para o que não tem data para acabar: quem fica, e o que você quer deixar organizado.
Parte 3 · A regra
O índice varia. O crédito acompanha — até o teto. E nunca passa do piso.
Acima do teto, o crédito para em 10%. Abaixo de zero, o crédito para em 0% — os custos do seguro continuam.
Arraste para testar qualquer ano
Parte 3 · A regra · 2016 – 2025
Em azul, quanto o índice variou. Em laranja, o crédito com teto e piso. O teto segurou em sete anos; o piso segurou em três.
Parte 4 · As crises · 2000 – 2025
Em 26 anos, o índice fechou no vermelho em sete. Com o piso, o crédito parou em 0% em cada um deles.
Parte 4 · As crises
Três anos seguidos de queda. Do pico ao fundo, o índice caiu 49%.
Crédito: 0% · 0% · 0%
Casas: subiram nos três anos.
O índice fechou o ano em −38,5%; do pico ao fundo, −57%. A maior queda desde 1931.
Crédito: 0%
Casas: −27% do pico (2006) ao fundo (2012). A única crise em que imóvel perdeu valor.
O índice caiu 34% em cinco semanas. Mas o crédito é apurado de aniversário a aniversário — e o ano fechou em +16%.
Crédito: 10% (bateu no teto)
Casas: subiram cerca de 10%.
O índice fechou em −19,4%; do pico ao fundo, −25%. Não foi recessão oficial.
Crédito: 0%
Casas: subiram cerca de 6%.
Parte 5 · A conta
O mesmo produto, a mesma regra. Só muda o ano em que a pessoa começou.
Dez anos com só três quedas, nenhuma no início. O teto segurou em sete anos.
Vinte e seis anos, começando com três quedas seguidas e passando por 2008 e 2022.
Parte 5 · A conta
Quatro coisas que fazem parte do desenho — e que ficam melhores ditas antes do que descobertas depois.
O crédito acompanha o índice de preço. O que as empresas distribuem aos acionistas fica de fora da conta.
Nos anos de piso, o crédito é 0% — mas o custo da proteção segue sendo cobrado do valor acumulado.
Se você resgatar o acumulado, o que exceder o que você colocou é tributado. O resgate não vem inteiro.
Se escolher receber valores todo ano sem encerrar o seguro, a cobertura vai diminuindo a cada saque.
Próximo passo
Idade, o que você quer deixar organizado, por quantos anos — e qual a proporção entre proteção com prazo e proteção para a vida toda. É uma conversa de meia hora.
Conteúdo educativo e geral, não personalizado. As ilustrações mostram a mecânica de um crédito indexado hipotético com teto de 10% e piso de 0% sobre a variação anual de preço do S&P 500; não representam nenhum produto específico, não são projeção de resultado e não consideram os custos do seguro. Não constitui aconselhamento tributário ou jurídico. Apresentado por agente de seguros de vida licenciado na Flórida (licença 2-14) — não sou consultor registrado de valores mobiliários. Fontes: S&P Dow Jones Indices (fechamentos anuais), NBER (datas de recessão), S&P/Case-Shiller U.S. National Home Price Index via FRED.