Teto e Piso

S&P 500 · IUL · Term Life

O índice sobe. O índice cai.
O que acontece com o seu seguro?

Uma explicação com os números reais dos últimos 26 anos — e a conta que precisa ser feita com calma.

AllBridge Solutions · Flórida

Parte 1 · O índice

O que é o S&P 500

É um termômetro das 500 maiores empresas listadas nos Estados Unidos: Apple, Microsoft, Amazon, Walmart, Coca-Cola. Quando se diz "a bolsa subiu" ou "a bolsa caiu", quase sempre é dele que se fala.

Empresas0

As maiores do país, escolhidas por tamanho e liquidez. A lista muda ao longo do tempo.

Desde0

Quase setenta anos de histórico — é por isso que dá para olhar crise por crise.

Do mercado americano0%

Aproximadamente. O que acontece com essas 500 é o que acontece com o mercado como um todo.

O índice é uma medida, não um produto. Ninguém compra "o S&P 500" — ele serve de referência.

Parte 1 · O índice · 2016 – 2025

Os últimos dez anos

Valor do índice no último dia de cada ano. Dez anos, sete de alta, três de queda — e uma multiplicação por 3,35 no fim.

0,00×De 2.044 para 6.846 pontos
0Anos de alta
0Anos de queda
−19,4%O pior ano (2022)
Índice de preço — só a cotação, é assim que ele entra na conta do seguro.S&P Dow Jones Indices · fechamentos anuais

Parte 2 · O seguro

O que é o IUL

Indexed Universal Life. É um seguro de vida para a vida inteira, em que parte do que você paga vira valor acumulado — e esse valor recebe um crédito anual que acompanha a variação do S&P 500, com um teto e um piso.

1 · ProteçãoO que fica para quem fica

A família recebe o valor do seguro quando você faltar. Essa é a função principal — o resto é consequência.

2 · Valor acumuladoSegue o índice, com regras

O crédito anual acompanha o S&P 500, limitado por um teto (10%) e protegido por um piso (0%). Só a cotação entra na conta. Os custos do seguro continuam todo ano.

3 · Depois dos 65Você escolhe o caminho

Normalmente se paga até os 65. Depois, dá para resgatar o acumulado (com imposto sobre o ganho), ou receber valores anuais — e nesse caso a cobertura diminui a cada saque, mesmo com a proteção em vigor. Cada caminho tem o seu efeito.

É produto de seguro, não de mercado. O que acompanha o índice é a regra do crédito, não é dinheiro na bolsa.

Parte 2 · O seguro

O seguro que ajuda em vida

O seguro de vida que trabalhamos permite adiantar parte do valor do seguro se você passar por uma destas situações — sem prêmio adicional por isso.

Doença crítica · 13 condições
InfartoAVCCâncerParada cardíaca súbitaInsuficiência renal terminalTransplante de órgãoTroca de válvula cardíacaCirurgia de enxerto de aortaELADoença do neurônio motorAnemia aplásticaFibrose císticaCegueira
Lesão crítica · 4
ComaParalisiaQueimaduras gravesTraumatismo craniano
Doença crônicaQuando o dia a dia não dá mais sozinho

Não conseguir fazer 2 das 6 atividades do dia a dia por 90 dias ou mais — tomar banho, vestir-se, comer, ir ao banheiro, continência, levantar-se — ou precisar de supervisão por perda cognitiva grave.

Doença terminal

Diagnóstico com expectativa de vida de 24 meses ou menos.

Alzheimer

Diagnóstico de Alzheimer ou demência por corpos de Lewy feito por especialista.

O que você adianta em vida sai do valor do seguro e do valor acumulado. Pode ter efeito no imposto e a lista varia conforme o estado — é parte da conta que se faz junto.

Parte 2 · O seguro

Term Life e IUL: alugar ou financiar

Os dois protegem a família. A diferença é o que sobra no fim.

Term Life · alugar Prazo fixo, custo menor

Cobre por 10, 20 ou 30 anos. Se você faltar dentro do prazo, a família recebe. Se o prazo acaba, você "entrega as chaves": não fica valor acumulado.

Faz sentido para uma dívida com data para acabar — a casa, os filhos até a faculdade.

IUL · financiar Para a vida toda, e sobra algo

Custa mais por mês, porque parte do que você paga vira valor acumulado — e esse valor segue a regra do teto e do piso que vem a seguir.

Faz sentido para o que não tem data para acabar: quem fica, e o que você quer deixar organizado.

Não é um contra o outro. Muita família tem os dois — a proporção é a conta que se faz junto.

Parte 3 · A regra

O teto de 10% e o piso de 0%

O índice varia. O crédito acompanha — até o teto. E nunca passa do piso.

Ano normalO índice sobe 7%
+7%+7%
Ano de alta forteO índice sobe 12%
+12%+10%
Ano de criseO índice cai 19%
−19%0%

Acima do teto, o crédito para em 10%. Abaixo de zero, o crédito para em 0% — os custos do seguro continuam.

O índice variou+7%
O crédito foi+7%

Arraste para testar qualquer ano

Parte 3 · A regra · 2016 – 2025

Ano a ano, os dez últimos

Em azul, quanto o índice variou. Em laranja, o crédito com teto e piso. O teto segurou em sete anos; o piso segurou em três.

0,00×Índice, 2016 – 2025
0,00×Crédito teto / piso
Em década de alta forte, o teto custa. É o preço da previsibilidade — e é exatamente o que os anos de crise, a seguir, mostram do outro lado.
S&P 500 (preço)Crédito · teto 10% / piso 0%Ilustração hipotética · antes dos custos do seguro

Parte 4 · As crises · 2000 – 2025

Quatro crises. Nenhum ano negativo no crédito.

Em 26 anos, o índice fechou no vermelho em sete. Com o piso, o crédito parou em 0% em cada um deles.

S&P 500 (preço)Crédito · teto 10% / piso 0%CriseNBER · S&P Dow Jones Indices · Case-Shiller (FRED)

Parte 4 · As crises

O que aconteceu em cada uma

2000 – 2002Bolha ponto-com e 11/9

Três anos seguidos de queda. Do pico ao fundo, o índice caiu 49%.

Crédito: 0% · 0% · 0%

Casas: subiram nos três anos.

2008Crise financeira

O índice fechou o ano em −38,5%; do pico ao fundo, −57%. A maior queda desde 1931.

Crédito: 0%

Casas: −27% do pico (2006) ao fundo (2012). A única crise em que imóvel perdeu valor.

2020COVID-19

O índice caiu 34% em cinco semanas. Mas o crédito é apurado de aniversário a aniversário — e o ano fechou em +16%.

Crédito: 10% (bateu no teto)

Casas: subiram cerca de 10%.

2022Inflação e o Fed

O índice fechou em −19,4%; do pico ao fundo, −25%. Não foi recessão oficial.

Crédito: 0%

Casas: subiram cerca de 6%.

2020 é o melhor exemplo, não o pior: a diferença entre sofrer a queda e ser apurado no fim do ano.

Parte 5 · A conta

Depende de quando a crise chega

O mesmo produto, a mesma regra. Só muda o ano em que a pessoa começou.

Quem começou em 2016

Dez anos com só três quedas, nenhuma no início. O teto segurou em sete anos.

Índice
0,00×
Crédito teto / piso
0,00×
Década de alta: o índice fica na frente.
Quem começou em 2000

Vinte e seis anos, começando com três quedas seguidas e passando por 2008 e 2022.

Índice
0,00×
Crédito teto / piso
0,00×
Começando na crise: o piso fica na frente.
Ninguém escolhe o ano em que começa — nem o ano em que vai precisar do dinheiro. O piso existe para isso.Multiplicadores do índice de preço e do crédito hipotético, antes dos custos do seguro

Parte 5 · A conta

O que precisa ser dito

Quatro coisas que fazem parte do desenho — e que ficam melhores ditas antes do que descobertas depois.

01Só a cotação entra

O crédito acompanha o índice de preço. O que as empresas distribuem aos acionistas fica de fora da conta.

02Os custos continuam

Nos anos de piso, o crédito é 0% — mas o custo da proteção segue sendo cobrado do valor acumulado.

03Resgate paga imposto sobre o ganho

Se você resgatar o acumulado, o que exceder o que você colocou é tributado. O resgate não vem inteiro.

04Saque anual diminui a cobertura

Se escolher receber valores todo ano sem encerrar o seguro, a cobertura vai diminuindo a cada saque.

Cada caminho tem o seu efeito — e é essa conta que precisa ser feita com alguém.

Próximo passo

Vamos fazer a sua conta.

Idade, o que você quer deixar organizado, por quantos anos — e qual a proporção entre proteção com prazo e proteção para a vida toda. É uma conversa de meia hora.

Conteúdo educativo e geral, não personalizado. As ilustrações mostram a mecânica de um crédito indexado hipotético com teto de 10% e piso de 0% sobre a variação anual de preço do S&P 500; não representam nenhum produto específico, não são projeção de resultado e não consideram os custos do seguro. Não constitui aconselhamento tributário ou jurídico. Apresentado por agente de seguros de vida licenciado na Flórida (licença 2-14) — não sou consultor registrado de valores mobiliários. Fontes: S&P Dow Jones Indices (fechamentos anuais), NBER (datas de recessão), S&P/Case-Shiller U.S. National Home Price Index via FRED.

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